O que levar para Chapada dos Veadeiros

24 de agosto de 2016

Vamos começar a falar da Chapada?

Eu sei que várias de você estão esperando por isso e eu também tô cheia de vontade de dividir.

Aliás, pela primeira vez na vida tentei registrar tudo em vídeo, só Deus sabe o que saiu, jajá (em breve) teremos minhas imagens por aqui. #OREMOS

Vou dividir o assunto em vários posts, tá? Porque tem muito assunto…

Então esse primeiro é mais o que vestir e levar, depois vem o que fazer e onde ficar, depois onde comer e por último nosso diário de viagem em forma de vídeo, que se deus quiser vai rolar.

Tão prontas?

Bora comigo pra Chapada?

Partiu!



Isso foi basicamente o que eu vesti…

Só uma ou outra manguinha longa pro café da manhã porque a gente madrugava e ainda tava fresquinho ou pra jantar no final do dia, afinal de contas fomos no meio do inverno, começo de agosto, então rolava um ventinho quando ainda tava amanhecendo ou depois que anoitecia.

Aí, fui muuuuuito fofa e fiz um guia primeiros-socorros pra prevenir a turma que planeja ir pra lá pela primeira vez! Tô aqui pensando em vocês! 😉

Se for pra Chapada pela primeira vez, anotaê:


E tênis de malhar, sabe? Não é tênis bonitinho que a gente ama mas não é tão confortável.

Ache o seu melhor e mais confortável sapato porque você vai andar como nunca, subir e descer de pedra escorregadia, enfrentar trilha, mato, água, lama (quem for em tempos de chuva principalmente!) e não vai querer parar seu dia por conta de dor no pé. Ou, pior, porque cortou ou virou o pé.

Fora que tem trilhas longas, se você começar com sapato errado, vai ter que terminar com ele. Não vai ter como trocar no meio do caminho. Então, acredite, é MUITO importante um sapato apropriado e caprichar na meia. (Eu, por exemplo, fui com uma meia curtinha demais no primeiro dia, me arrependi! Porque depois de andar MUITO o tênis começou a pegar onde não tinha meia, sabe?! Portanto pense em tudo isso! ;))

Tão importante quanto escolher o que calçar é escolher o que vai vestir. O mais confortável possível no universo, tá? Roupas leves, que não apertem depois de um tempo usando, sabe?

Mesmo com os biquínis, tem uns que apertam a cordinha no pescoço, ou a cintura, ou sei lá. Eu preferi usar maiô porque as quedas d’água são muitíssimo fortes e eu tenho pavor de sair do mergulho sem a parte de cima. (Acontece muito!) E pra caminhar também, me sentia mais confortável, me aperta menos.

Nos dias que escolhi biquíni, fui com top maior, mais top mesmo, para me sentir protegida.

Aí você vai encontrando suas prioridades…

 

Se não curte ficar com biquíni molhado (eu não ligo!), vale levar outro pra trocar, se é friorenta, uma camiseta manga longa pro final do dia, uma toalhinha pequena que não pese muito pode ser bom para secar o pé pós-cachoeira, antes de colocar a meia de novo, e por aí vai… Roupa, comida, filtro, repelente, carregador, água…

Capriche na mochila! 😉

Ítem importantíssimo! Eu tive a benção de ir com o namorado e não precisar carregar, ele que era o responsável por caminhar de mochila nas costas. Justo! \o/

Mas, se eu tivesse que carregar, preferiria uma pochete. Sabe aquelas pochetes gigantes? E ia tentar diminuir o máximo de coisas pra levar. Ou uma mochila com as alças confortáveis. Porque é quente, você vai estar de protetor e/ou repelente, vai suar, vai ter sol batendo nas costas…

Eu preferiria estar com minhas costas livres. Não tendo jeito, iria atrás de uma mochila apropriada.

As caminhadas são pesadas, várias delas são longas pra turma sem experiência como eu. Então, toda água é pouca.

Dá muita sede, papo de ir economizando o que tem, sabe? Fazendo estoque. E em várias trilhas, na maioria delas, você não acha nada (nem perto!) pra comprar.

Ou seja, saia sempre com sua água na mochila.

Assunto antigo, né? Estamos cansados de saber, né? Nem preciso gastar muitas linhas nisso, certo?

Se posso dividir uma dica, coisa minha mesmo, que ODEIO passar protetor, fico mal me sentindo melecada, mas tive que achar o melhor jeito de fazer pois não saio de casa sem, é o seguinte: antes de colocar o maiô, já taco protetor 100 fortíssimo – 24 horas – prova d’água no corpo todo. Inteiro. Sem deixar uma brechinha de fora. Aí ponho o biquíni. E vou pro café da manhã.

Até eu sair do hotel depois disso, o protetor meio que já secou. Já grudou na pele e saio como se tivesse sem nada. Diferente de quando você passa e vai direto pro sol. Passar suando então, no meio da trilha, seria a morte pra mim.

Desse jeito funcionou bem! É o que sempre faço e tô sempre bem protegida e sem melecação! 😉

A gente tomou complexo B (dei até a dica no snap!) duas semanas antes. Comprimidinho que você compra na farmácia e toma uma vez por dia até o dia da viagem. Tem que começar pelo menos uns 10 diazinhos antes (não sou médica mas minha dermato aprovou!) e protege (e MUITO) das picadas.

Eu sou sempre muito atacada e desde comecei a tomar complexo B diminuiu 80%. Antes de ir pra Bahia, todo ano, faço o mesmo ritual. E com a chapada foi a mesma coisa. Tanto que o repelente tava na bolsa o tempo inteiro e a gente usou vez ou outra, em lugares específicos. Fiquei bem sem.

De qualquer maneira, tenha sempre um repelente poderoso ao seu alcance.

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É isso!

Um pouquinho de tudo que é importante pra você e se jogar!

Melhor, tudo que é imprescindível, porque quanto menos peso carregar, melhor.

E lembre-se que a água que você vai ter que levar pra beber, por si só, já pesa horrores!

Então economize e vá só no essencial!

Aproveite o paraíso!

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