Faz tempo que não dou dicas de restaurante em SP, né? Então…
Me dei conta disso quando fui comer no Ohka essa semana e busquei no meu próprio site para provar que já tinha indicado ele.
Minha amiga que sempre volta lá comigo disse que eu nunca tinha escrito sobre o Ohka, eu tinha certeza que sim (pô, eu amo tanto, achei que tivesse!), busquei e nada! Afffff…
Como nunca escrevi sobre um dos meus japas favoritos em SP?
Não sei…
Mas tô aqui agora para resolver isso! 😉
Eu sou louca-alucinada por Black Cod. Sabe aquele peixinho branco com molho meio doce? Perfeito com uma porção maravilhosa de goham (arroz japa!)? Então… Poderia comer isso para o resto da minha vida. E lá tem (arrisco dizer!) meu favorito de São Paulo!
Também AMOOOO trufa, cês já tão sabendo, né?
O salmão trufado é de comer ajoelhado rezando!
Amo, amo, amo!
Então fica a dica para quem passar por São Paulo!
Eu nunca reservei e sempre esperei uns 15-20 minutinhos no bar para sentar. Tá sempre cheio!
Mas garanto comida da melhor qualidade pros apaixonados por japonês!
Muito, muito, muito bom!

Alguém aí já foi?
E vocês?
Qual o japa favorito em SP?
Meu dia das mães foi de edredom e brigadeiro com a minha cachorra.
Casa tava vazia, era eu, ela e o apple tv!
Vi um tanto de coisa, li um monte de revista e (re) comecei livro novo que empaquei na última tentativa.
Uma das (felizes!) escolhas foi o filme O Aviador do Scorsese com o DiCaprio no papel principal.
Filme antigo (de 2005!) que eu não tinha visto até hoje.
A-d-o-r-o recuperar sucessos, sabe? Talvez até tanto quanto ver filmes lançamento.
Amoooo rever coisas que bombaram no passado, reparar as referências da época, fazer um comparativo com o que temos hoje…
Tipo o ator 10 anos atrás depois de ter visto ele monstro no Lobo de Wall Street ano passado, sabe assim? Acho beeem legal!
E foi uma delícia assistir os 170 minutos de O Aviador.
Leonardo DiCaprio assinou a produção do projeto junto com a responsabilidade de dar vida ao protagonista na biografia do milionário texano Howard Hughes.
Escolheu o diretor Martin Scorsese e ajudou a conseguir os 150 milhões de dólares que viabilizaram o projeto. Então já dá para entender o tamanho do envolvimento dele no filme, né?!
A maioria aí já deve ter assistido (contem nos comentários o que acharam!) mas para quem não viu, o filme passa entre os anos 20 aos 40, começa com Hughes ainda jovem, então aos 18 anos, herdando a empresa e fortuna dos pais.
O menino toma as rédeas de tudo e arregaça as mangas para transformar seus tantos sonhos de criança em realidade. Excêntrico como todo gênio, é uma delícia acompanhar toda a evolução do seu sucesso e da sua loucura.
DiCaprio vai na poesia como sempre, impecável, especial.
E aos poucos ele vai quebrando paradigmas pessoais (dele superando as loucuras dele mesmo!) e com o mundo, tipo bater recordes de velocidade nos aviões que ele mesmo projetou e fez questão de testar.
É a história de amor desse cara com a aviação. Sem dúvida é isso. E a dor e a delícia que amar confere, né? Até risco de ser despatriado ele correu para defender seus aviões. Sem contar no transtorno psicológico que ele foi somatizando.
Filme longo mas não cansa. É muita história. Fora o SHOW do resto do elenco: Cate Blanchett musa maior faz a primeira mulher dele e Kate Beckinsale faz uma outra amante, maravilhosa também!
Adorei, adorei, adorei!
Ótima companhia para meu dia das mães, DiCaprio.
Muito obrigada!
A casa é sempre sua!
😉
Hummmmmmmm…
Escrevo esse post do edredom da minha casinha em LA. Meu último dia inteiro aqui. Amanhã, quando for pro ar, já estarei fechando mala e me aprontando para o aeroporto! 🙁
Impressionante como o tempo passa rápido quando a gente tá viajando, né? Surreal… Voa. Quando você vê, já foi!
Fiquei um pouquim mais de um mês aqui e parece que cheguei ontem. Fiz taaaanta coisa, vivi taaaaanto e comi o triplo.
Arrumei uma roommate que gosta de comer tanto quando eu, aí babou. Não ficamos um dia sequer sem sentar numa mesa de restaurante.
Resultado? Fiz mais uma listinha com meus (novos!) preferidos para indicar para vocês.
Assim, a que fiz ano passado (AQUI!) ainda tá super valendo. Repeti váaaaarios dela: Gjelina (continua sendo meu favorito em Venice, Toast (do lado de casa e A-M-O pro café da manhã!), o Bar Marmont substitui pelo restaurante dentro do hotel mesmo que eu quase abri conta nessa temporada, o Boa maravilhoso…
Um tanto que amo e continuo indo! Então vale super fuçar o Top 10 do ano passado também, tá?
Mas agora vamos para as novidades… Os que provei e amei nessa temporada. Partiu?
Pois é, passei dois da conta! Esse negócio de ter que ser 10 limita um pouco! Então fui que fui…
O Cecconi’s é um dos melhores italianos da cidade. Bem tradicional. Uma delícia.
Uma galera um pouco mais velha, mais careta arrumadinha (o restaurante é todo lindo!) e comida sensacional.
Amei muito!
O Tasting Kitchen foi indicação de um amigo que mora em Los Angeles há 6 anos. É o favorito dele emVenice. O meu favorito continua sendo o Gjelina mas gostei muito da indicação.
É italiano também, achei preço meio salgadinho pro que é. Chegamos sem reserva e sentamos para jantar numa mesa comunitária. Comida gostosa e tal. Mas mandaram a gente lá pro andar de cima, vazio, enquanto o legal mesmo é lá embaixo. É onde o negócio acontece!
Se tiver em Venice vale conhecer. Eu ainda quero voltar, com reserva, para sentar no andar de baixo e sentir melhor o lugar!
O amigo que indicou o Cut disse que era o melhor lugar de carne de Los Angeles. Eu tinha o Boa liderando minha lista dos bons para carne! Então fiquei curiosa para conhecer!
Fica dentro do hotel Beverly Wilshire, onde filmaram Uma Linda Mulher, sabe? O hotel é um espetáculo de lindo e o restaurante bem legal também!
Comida beeeeem gostosa. Carne aprovadíssima também!
Tem que reservar!
Perfeito para café da manhã, o Urth tá sempre cheio.
Bom também para marcar reunião, sentar com computador do lado de fora, sabe? Ou mesmo tomar um café e ver o movimento da rua passar.
É cheio de produtos orgânicos e tem linha própria de chás e cafés.
Fui para almoçar, comi um sanduíche mara de prosciutto em um dia e no outro uma lasanha bem gostosa.
Tá sempre cheio!
O Little Next Door porta com porta com o The Little Door que indiquei na primeira lista.
Delicioso para brunch, café da manhã ou almoço. Comida beeeeeem gostosa, ambiente agradável e super bem frequentado.
Se for para jantar, algo mais especial o Little Door é maravilhoso e super romântico. Esse é mais cool, mais descontraído!
Os dois sempre cheios de gente linda!
O Eveleigh é o descoladinho de agora, sabe? Só com reserva e quartas-feiras é beeeeeem badalado!
Tem uma varanda gostosa (eles dizem que é best outdoor patio dining in LA!), jarras e jarras de váriosdrinks que servem até 6 pessoas, vários pratos para dividir, sabe? Eles vão muito bem com mesas grandes.
Fui com um amigo e provamos várias coisinhas: ostras maravilhosas, spicy alcachofra, burrata mara, couve-flor deliciosa, lula com umas coisas maravilhosas.
Tudo muito gostoso! E cheio de gente linda!
Inclusive os grarçons e garçonetes. Todos deusos!
Acho que se não for o único, o Hight é um dos únicos roofs em Venice!
PERFEITO para drinks no por do sol! A vista é deusa e no cardápio só tem uns aperitivos, nada de prato.
Comi uma quesadilla deliciosa, vinhozim e vi o sol se despedir no conforto de um dos sofazinhos deles.
O Bazzar é um dos preferidos da Thaila, ela que indicou!
Fica dentro do SLS Hotel, hotel meeeega cool com decoração toda Philippe Starck.
O lugar é imenso! Vários ambientes. Você chega e pode tomar drinks em mesinhas que ficam passando filmes antigos no apoio dos pratos. É o máximo!
Aí, você muda para outro lugar para jantar. E, por último, ainda tem a patisserie lindeza para sobremesa. Mais um ambiente!
O chef é bem famoso então eles tem aquelas chatices tipo você pede pimenta e não pode. Pede mostarde e não pode. Não tem nem sal na mesa, tá ok?
A idéia é que você coma exatamente do jeito que o chef fez, tipo ele coloca tudo o que precisa, você não precisa (nem pode! Oi?) acrescentar nada.
Vale provar os croquetes maravilhosos e um pão que quando você morde escorre queijo derretido!
Hummmmmm… Delícias!
Quer flertar happy hour com gente bonita?
O Laurel Hardware é o melhor lugar atualmente em Los Angeles!
Legal de ir para jantar e depois sentar no jardim ou no bar para drinks que fica super movimentado!
Delicinha!
O The Ivy é a coisa mais linda e também bem badaladinho desde sempre!
Mostrei horrores ele no meu snapchat (julia-faria) vocês devem ter visto, né? Fui muitas vezes!
É todo cheio de flores, foférrimo e tem uma comida deliciosa além de carta de vinhos mara.
Eu prefiro para almoço. Acho mais cool. Na real nunca fui para jantar.
Durante o dia ele é bem deliciosinho!
O Umami tem MELHOR BATATA FRITA TRUFADA QUE JÁ COMI NA VIDA. Apenas.
O cheeseburguer trufado também é um desaforo. Sério. Surrealmente bom.
Se você curte trufa e curte lanche, TEM QUE IR!
Depois que comer, volta aqui e me agradece, ok? 😉
Assim, quando disse no começo do texto que quase abri conta no Chateau, não tava exagerando não. Era sério.
Fui pelo menos duas vezes por semana almoçar ou jantar lá. Fica dentro de um dos hotéis mais legais na cidade e você só senta com reserva.
Na verdade até consegue mesa no lobby ou dentro se chegar num horário bom e em poucas pessoas. Do contrário, esquece.
Legal é ficar na varandinha que o clima é ótimo. Delícia para almoçar, para jantar, para drinks. Para tudo!
A gente ama tanto que comemoramos o aniversário da Thaila lá e hoje faremos minha despedida lá também! Nosso preferido MESMO! Não tem para nenhum…
Para turma que gosta de ver gente conhecida, lá sempre tem! Eu encontrei o Drake na véspera doCoachella, o Justin Timberlake, Katy Perry, Kelly Osbourne, o Adrien Brody, a Mischa Barton e o Cee Lo Green. Tudo isso em um mês!
IMPORTANTE: Se você for e gostar de trufa, OBRIGATÓRIO pedir um bolinho de arroz trufado com salada. É uma das melhores coisas que já comi na vida. Até a salada (que eu não sou muito chegada!) é divina. Obrigo todos os amigos a comerem e todo mundo vicia. É SURREAL. Ainnnn já quero que chegue logo o jantar! 😀Afffff…
Ainda bem que hoje ainda tem um último round. Que passei bem mal aqui (de vontade e saudade já!) escrevendo esse post!
Se vocês tiverem mais dicas de bons restaurantes em Los Angeles só escrever nos comentários que a gente vai juntando tudo!
Só sei que comi muito bem…
Comi comi…
#ôhsorte
Tomara que vocês aproveitem as dicas!
Até breve, Los Angeles! Sua linda!
Assumo que sou do grupo que acha que Jennifer Aniston vai ser pra sempre a Rachel do seriado Friends. Assumo. Pronto, falei. Impossível olhar pra ela e não ir direto pra lá. Eu vi a série todinha, do começo ao fim, era MUITO apegada. Então impossível a dissociação.
Ainnnnn… É mais forte do que euuuuu… Mas juro que tô tentando desconectar!
Li em alguns lugares quando saiu os indicados pro Oscar, Rachel Jennifer dando depoimentos de que ela (no filme Cake) foi a maior rejeitada esse ano. Que a academia a esnobou.
Fiquei curiosa para ver o filme!
Acho que até hoje não tinha visto nadica de nada dela além de Friends (sorry again!)! Me lembrem aí os outros filmes que ela fez? Deve ter um tanto de comédia romântica, né? Mas não me vem nada na cabeça… Minha memória é bem franca, então me ajudem!
E minha curiosidade foi só aumentando…
Semana passada foi dia de resolver isso! Dei play!
Jennifer faz a sofrida e mal-humorada Claire. Que passou por uma perda absurda (que a gente só entende lá pro final do filme!) e foi parar num grupo de apoio para pessoas com dores/sofrimento crônico.
Começa com ela em um desses encontros, cheia de cicatriz no rosto e corpo ouvindo a história de uma ex-companheira de grupo que se suicidou.
Ela fica obsessiva-compulsiva com o relato e vai atrás de investigar o caso dando de frente com o viúvo da moça.
O filme fala de viver a dor até o fim. De encarar de frente. De redescobrir razões para enfrentar a vida quando a vida já não interessa mais.
Luta. Principalmente da gente com a gente mesmo. Se esconder ou abrir as janelas e deixar o sol entrar de novo, sabe?
Gosto do trabalho da Jennifer apesar de reconhecer trejeitos da Rachel (e inevitavelmente voltar para lá!) hora ou outra durante o filme. Mesmo sem nenhuma maquiagem, mesmo usando um figurino meio pijama quase o filme todo. Mesmo com tantas cicatrizes. Mesmo…
Dá para ver a entrega, a importância daquilo tudo para ela. Do filme, mesmo. Da oportunidade de mostrar alguma coisa diferente para gente. E ela mostra. Ela faz. Ela entrega.
Todo o meu amor para Silvana, personagem interpretada pela maravilhosa Adriana Barraza, que a gente quer pegar no colo! Belas sequências entre as duas!
Eu gosto do filme mas não aaamo não…
Mas vale!
Comove, faz pensar, faz agradecer a Deus por mais um dia de janelas abertas na vida.
Obrigada, Meu Deus!
Ainnnnnnnnn! Tá chegaaaaaaando! Tá chegando, tá chegando, tá chegando!
É amanhãaaaaaaaaaaa!!! \o/
Pensem numa garota feliz???
Assim, eu não ameeeeei o line up desse ano… Tem umas coisas que eu adoro e quero ver, mas nada assim, wowwww, sabe? Tipo ano passado que eu queria ver tudo-ao-mesmo-tempo-agora.
Aí, fiz a minha lição de casa!
Fui atrás do meu guru de música amigo Lucio Ribeiro (jornalista fod* de música – o blog dele é o melhor no assunto: popload.com.br) para pedir uma ajudinha dos universitários e não comer mosca no festival.
Ele passou uma lista do que é imperdível e eu acrescentei umas coisinhas, claro!
Tipo Florence que não tava na lista! Oi? Imagina aquela fada cantando no deserto? Afffff… Ele é too cool for school mas a gente aaaaama, né, não?! E assim temos uma lista redonda: o óbvio que a gente já ama com o que a gente vai amar assim que terminar o show! Tipo que a gente ama mas ainda não sabe, sabe assim? Rs. Vou sempre na do Lucio!
Ele seeeeempre acerta! Me manda ouvir coisas, eu ignoro – por falta de tempo ou esqueço mesmo! – e tô lá eu meses depois desesperada por um show da tal banda que ele me mandou ouvir láaaaa atrás quando ainda ninguém conhecia!
Então turma que vai pro Coachella, papel e caneta na mão, anotem aí:
SYLVAN ESSO: Li isso aqui pela internet ó: Recheado de batidas doces, o Sylvan Esso tem um experimentalismo minimalista para fazer viajar e curtir momentos mais calmos. Dá vontade de ver, não dá, não?
TAME IMPALA: Cês lembram que eu vi esse show em NovaYork e pireiiiiii?! Até escrevi sobre ele aqui! Gênios esses meninos!
CARIBOU: Perdi as contas de quantas pessoas vieram me falar desse cara. E depois da nota do Lucio abaixo, tá no meu top 3 “não posso perder”. Cheia de expectativa!
Nota do Lucio: O show mais vibe para se ver no Coachella. Eletrônico para quem gosta de indie.
FLYING LOTUS: O cara é produtor e rapper americano. Não conheço nada dele. Ele toca no Tomorrowland Brasil esse ano.
Nota do Lucio: Se o skrillex fosse cool e não só um menino zoeira, tocaria como esse cara.
KELE: Lucio já escreveu isso aqui no blog dele: uma das vozes mais legais do novo rock quando o rock era novo, isso lá por 2006. Diz que vai do indie ao dance, do dubstep infectuoso ao silêncio XXiano.
Nota do Lucio: O cara do Bloc Party (alguém sabe o que é Bloc Party por aí?! Não? #tamojunto!) Tem presença e músicas boas.
GLASS ANIMALS: A-D-O-R-O! E nunca vi ao vivo! Vai ser sáaaabado!
Nota do Lucio: Uma das melhores bandas novinhas da inglaterra.
JUNGLE: Roubei informações do blog do Lucio de novo: O lugar da banda inglesa Jungle hoje na música pop é tipo do lado do conterrâneo Disclosure, mas mais orgânico e mais R&B/Soul ainda, o que os aproxima do australiano Chet Faker num sentido. Mais dance como o primeiro e menos “dramático” que o segundo. Oi? Chet Faker com Disclosure? Tô mais certa no show que os próprios músicos!
Nota do Lucio: Toca no rio em maio, obrigatório. Dance revolution.
ALT-J: Fiquei mallll que perdi no Lolla. Cheguei e tava acabando. É a banda da vida de uma amiga que tem o gosto super parecido com o meu! Já ouvi umas coisas e adorei! Não vou perder!
PARQUET COURTS: Banda indie punk americana. Lucio diz que é a maior banda pequena do mundo hoje.
FATHER JOHN MISTY: G-A-T-O. O som a gente descobre na hora! 😉
Nota do Lucio: Gato alert. (Yayyyy! Valeu o toque, Lucioooo!) Tá se achando cantor de banda, mas o que vale mesmo é quando ele aperta botões.
ROYAL BLOOD: Não sei nada sobre eles e Lucio também não me deu nenhuma observação. :/ Mas que tava na lista deles do imperdíveis, tava!
CHET FAKER: Seu lindoooooooooo! Acabei de ver o show no Rio e MORRI! Também já escrevi sobre ele aqui!
THE WAR ON DRUGS: Uma das bandas que mais se destacaram em 2014, tiveram melhor média de colocação nas principais listas de melhores do ano (passado), sempre ficando, no mínimo, nos Top 10, tá ok?
RATATAT e PERFURME GENIUS: Outros dois nomes que também não sei absolutamente nada a respeito e Lucio não mandou legendinha para gente. Ou seja… É ver para tirar as nossas conclusões!

FLORENCE: Musa Deusa Maior! Eu já vi uns quatro shows da Florence e não me canso! Acho ela uma fadinha flutuante no palco. Show dela no deserto então… Affff, vai ser especial!
MARC DE MARCO: Meio maluquinho e psicodélico é uma das figuras mais notáveis do novo indie!
Nota do Lucio: Gênio sem pretensão. Ao vivo transforma em barulho suas músicas fofas.
PANDA BEAR: É o baterista e fundador do Animal Collective, Noah Lennox, que tirou 2015 para se dedicar ao seu projeto solo.
DRAKE: Precisa explicar?
JAMIE XX: Assim, só do cara ser o cara do The XX, já tô dentro. Nem preciso de mais especificações!
Nota do Lucio: Do xx, vai lançar o melhor disco do ano, que ninguém ainda ouviu.
ST. VINCENT: Outra que jamais me perdoarei que perdi no Lolla. Era num palco muitíssimo longe da onde eu tava. Diz que essa menina é a “hottest right now“. Tô louca pra ver!
Agora é torcer para os horários baterem e a gente não ter que abrir mão de nada disso!
Outra dica boa (se alguém ainda não souber!) é baixar o aplicativo do COACHELLA e montar seu line up lá! Você escolhe o que quer assistir (eu já coloquei isso tudo na minha lista!) e ele vai te avisando horário do show e em que palco! É bem prático. Resolve beeeeem a vida!
Vale a pena!
Agora me despeço de vocês, estarei sumida daqui até segunda ou terça provavelmente, quando voltarei com a cobertura do COACHELLA 2015.
Até lá, estarei vivendo intensamente meu festival! ♥
Me acompanhem em tempo real pelo Snapchat (julia-faria) ou no Instagram (@juliafaria).
Fuiiiiiiii!
Esse é o tipo de filme que se eu visse o título exposto numa locadora brasileira eu certamente desistiria.
Título de comédia romântica boba, certo? Certo.
Em inglês chama Like Crazy. Que se traduzíssemos ao pé da letra seria Como Louco.
E é uma lindeza. Lindo, lindo, lindo.
Eu tava fazendo uma pesquisa sobre filmes que já foram premiados em festivais, assistindo uns curtas meio soltos, e escolhendo algumas coisas para ver.
Pesquisa. Trabalho. Enfim, um tanto de material para estudar para alguns projetos que tenho pela frente. Aí cheguei nesse filme. Um amigo indicou.
Felicity Jones (atriz que acabou se ser indicada ao Oscar pela sua atuação em A Teoria de Tudo, lembram? Assistiram? Escrevi sobre o filme aqui!) faz a protagonista e ganhou mil prêmios (incluindo melhor atriz no Sundance!) pelo seu trabalho. Já me deu vontade de ver.
Aí li que tinha Jennifer Lawrence no elenco. Antes dela ser bombada, fazendo um personagem secundário.
O ator também ganhou alguns prêmios sobre sua interpretação.
Ok, dei play nesse trailer abaixo:
E na sequência parei tudo o que eu tava fazendo para assistir o filme no Apple TV.
MEUDEUSDOCÉU! Galera que me acompanha no snapchat me viu aos prantos pós filme, né? Não me segue lá ainda? É julia-faria.
Primeiro que é uma história bem fácil de se identificar. Se você já teve que se despedir de um amor então para passar um tempo longe, leve a caixinha de lenço, porque você vai precisar.
Eu nunca namorei a distância (é disso que o filme fala!) e mesmo assim me acabei. Chorei do começo ao fim.
Um pouco pela TPM pode até ser, mas muito pelo trabalho sensacional dessa menina. Ela é impecável do começo ao final do filme.
Tudo é muito simples, sabe? O amor. A dor. Eles fazem com simplicidade. Genuínos.
Em nenhum momento vi a atriz ali. Tinha certeza que aqueles dois eram pessoas vivendo aquela história. E não contando ela.
Assim, amei muito! Puro. Sincero. Verdadeiro. E (de novo!) simples!
Para os que adoram uma boa história de amor, indico alugar e assistir!
E que a gente tenha Felicity Jones por muitos e muitos e muitos filmes nessa vida que a gente merece!

O Oscar já foi mas eu ainda tô na minha maratona! Firme e forte.
Não sossego enquanto não terminar toda a minha listinha de indicados.
Esse final de semana foi a vez Livre. O filme que deve ser turning point da carreira da fofilda Reese Whiterspoon que ficou marcada como a eterna legalmente loira. Mais alguém aí olha para atriz e lembra do filme na hora? Porque eu só penso nisso… Tipo Alicia Silverstone e Patricinhas de Beverly Hills? Impossível desligar atriz do filme!
Mas acho que agora foi para Reese…
Confesso que fiquei surpresa quando vi a indicação dela esse ano. Mas depois de cinco minutos engolindo o preconceito, eu adorei. Claro! Eu hein… Bobeira minha. Nem tinha visto o filme ainda. E mais uma vez senti falta da Jenifer Aniston na lista. Outra que seria um bafo ser aprovada pela academia após 10 anos da série Friends. Eu ia adorar! Tô louca para ver o filme dela, Cake. Diz que ela arrebenta.
Agora voltando para Livre!
Eles foram indicados a melhor atriz e atriz coadjuvante. Não levaram nada. Mas o trabalho das duas é bem legal.
Trata-se da adaptação da autobiografia de Cheryl Strayed (personagem de Reese) que depois de perder a mãe ainda nova, se perde e perde o marido no meio da sua crise de autodestruição. Resultado? Resolve sair sozinha em uma trilha de 1.800 quilômetros. Bem simplinho. (#SQN) Tá bom para vocês?
Caminhar para buscar a si mesmo. Ter tempo de sobra para pensar e repensar todas as escolhas do passado. E as que virão no futuro. Amadurecer. Se aceitar. Se perdoar. Perdoar o outro. Arar o terreno para começar a plantar tudo de novo, sabe?
E não é qualquer caminhada. A idéia inicial é seguir da fronteira do Méxicoaté o Canadá pela Pacific Crest Trail, uma das trilhas mais difíceis dos Estados Unidos, que só dá para fazer a pé ou a cavalo.
Calor, frio, neve, falta d´água… Vamos juntos com ela o tempo inteiro. E li em algum lugar que o filme não vai nem na metade do que autora do livro passou. Afffff… Eu posso imaginar… Quem vê o filme pode super imaginar!
O diretor Jean-Marc Vallée mistura as dificuldades que a personagem passa na trilha com as já vividas no passado. Sobrepõe mesmo. Bem ligadinho. Para ficar bem claro que neste momento ela tá digerindo essa ou aquela dificuldade do passado.
Eu não amo o filme não. Não me emocionei. Também não saí amando a Reese, e achando a indicação dela justíssima. Acho que ela tem cenas bem boas. Mas algumas que não amooo tanto. Que ainda vejo a Legalmente LoiraReese lá, sabe? Nada grave. Mas ela ainda não tirou meu ar. E tava torcendo por isso porque vou muito com a cara dela!
Enfim, achei um feijão com arroz bem ok. Sem tempero, sabe? Mas correto!
Alguém aí viu?
Amou?
Me contem!
E jajá volto com o próximo!
Que filme lindo, lindo, lindo que é esse Ela! Gostei tanto… Achei tão poético. Profundo. Reconheço tanto a gente ali… (A gente ser humano, no caso!) Faz tanto sentido tudo. Pelo menos para mim fez. Almocei com a família e falando sobre o filme soube que teve gente que viu e não gostou. Achou parado. Lento. Eu amei. Principalmente as pausas. A calma. O tempo entre cada respiro. Suspiro. Sensação.
Joaquin Phoenix (um dos meus preferidos da vida!) brilhante mais uma vez. Ele faz um escritor de cartas deprimido no pós-separação não superada. Sabe o cara melancólico? Infeliz com o mundo? Vivendo no automático? Então… É por aí.
Era por aí até ele comprar um novo sistema operacional para seu computador que possui uma inteligência artificial (??? – tipo que pensa e sente!) e faz a leitura/interpretação do seu dono (intonação de voz, suspiros, respiros, respostas…) até formar a melhor maneira de atendê-lo.
O sistema operacional tem nome. Sim. Nome e voz. O nome é Samantha e a voz é (nada mais, nada menos…) da musa maior Scarlett Johansson. Samantha, ou sistema operacional (chamem como quiser! ;)) não só organiza a vida inteira do dono dentro do computador como a invade fora dele também. Nasce aí uma relação. Sim, de um ser humano com um programa de computador. Oi? É… Eu sei…
Parace bizarro, né? Parece e é. Mas faz muito sentido. E Scarlett conseguiu superar todas as minhas expectativas e ficar mais desejável do que nunca sem ter uma cenica sequer com imagem. É só a voz. E que voz. Assistam, por favor, que vocês entenderão. Nem vou tentar explicar…
São cinco indicações ao Oscar 2014: Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original (The Moon Song, de Karen O) e Melhor Design de Produção.
Joaquin Phoenix não foi indicado mas arrebentou muito. Perfeito. Como eu gosto desse cara… Achei que ele merecia tá entre os cinco. Aliás, o mesmo paraScarlett. Dois gênios. Grande encontro. Despertam desejo sem nem se tocarem. Sem sequer estarem em cena juntos. U-a-u. Parabéns para os dois! Amy Adams vai muito bem também em uma personagem mais comum, diferente do que a gente viu dela ultimamente. Amo ver os desdobramentos. Onde ela é capaz de chegar. E nesse filme ela veio com menos. Mais pausa. Menos na composição. Mais na simplicidade. Naturalidade. Leveza. Gosto muito.
E a gente sai do cinema pensando… Refletindo… Será que ficaremos assim, de fato? Será que lá na frente a convivência com outro ser humano vai ficar insustentável? Ficaremos tão intolerantes a nós mesmos? Sei lá… Tanta coisa ficou mais clara… Tantas frases do filme que queria anotar num bloquinho para usar nas nossas crônicas depois, sabe? Enfim… Gostei demais!
E vocês? Viram?
O que acharam?
Menos de uma semana para o Oscar!
Contagem regressiva…